Um dia inteiro a empurrar as bikes, para subir 10 quilómetros... mas valeu a pena! No topo da montanha, estava a barragem do Alvão - que mais parecia um postal ilustrado Suíço - e uma paisagem a perder de vista polvilhada de aldeias, algumas ainda com telhados de colmo. Em Lamas D'Olo, por exemplo, cruzámo-nos com carros de bois e genet sorridente.
Este bocadinho do país foi uma estreia absoluta para os dois, e é definitavemente um sítio para voltar.
terça-feira, 3 de março de 2009
Parque Natural da Serra do Alvão
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Dooooourooo!!!
Do Pinhão até à Régua, pelas margens do rio Douro, com o sol finalmente a brilhar e um cheiro a vinho e aguardente no ar. Que dia maravilhoso! Saímos cedo e pedalámos devagar, por isso quando chegámos à Régua, o comboio tinha acabado de sair e não havia maneira de chegarmos a tempo à Bertrand de Vila Real, onde ia ser a apresentação dessa noite. Acabámos por apanhar um táxi, que levou as bikes no porta-bagagens, metade-de-dentro, metade-de-fora!
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
De Aveiro à Régua
Fizemos alguns novos amigos em Viseu, incluindo o ucraniano Vladimir, que vai fazer uma longa viagem de bicicleta até à sua terra natal, mas passando por cerca de quarenta países. Serão mais de 15 mil quilómetros, sozinho! Coragem, Vladimir!
Em Castro Daire, fomos recebidos (melhor: colámo-nos) pelos Bombeiros Voluntários. Ficámos a dormir numa das camaratas e aproveitámos para estender o nosso equipamento num palco, para secar. Esta foi a fase mais molhada da viagem!
De Castro Daire subimos a serra, o nosso próximo destino era a Régua. Daí seguiríamos para a próxima apresentação, em Vila Real. Passámos a manhã a empurrar as bicicletas, mas assim que chegámos ao cume, soube bem passar o resto da tarde a descer.
Jorge com neve à vista, no topo da serra.
Na descida para a Régua, passámos por Lamego, onde "cravámos" um flute de champagne. Acabámos a visitar as caves e a aprender um bocadinho sobre este espumante. Alguém sabe porque é que se chama Raposeira?
Quase a chegar a Régua, passámos por esta casa com um jardim... muito original. Conversámos com o dono, que nos explicou como é que fazia para dar tantas formas aos arbustos, e ainda nos contou que o seu sonho era ter um esquilo no jardim, "a subir e a descer os arbustos".
Chegámos à Régua, com dois rebentamentos num dos pneus do Carlos. Foi uma tarde histórica, e estávamos tão inspirados que, em vez de ficarmos na Régua ou seguirmos directos para Vila Real, decidimos fazer um desvio. Apanhámos um comboio para o Pinhão. E as fotos do dia seguinte, a pedalar numa estrada fabulosa de volta para a Régua, ficam para amanhã. Agora vamos meter-nos à estrada, que se faz tarde. A ver se ainda passamos em Barcelos, a caminho de Viana!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Remember Aveiro (FOTOS)
Parece que os dias de Aveiro já foram há tanto tempo:
A chegada em contra-relógio, com o céu cada vez mais negro e um directo na TSF à espera... a apresentação na Bertrand, em que finalmente entregámos ao Filipe o prémio do passatempo Salomon... o polvo à la Palma e a jeropiga acompanhada de histórias e filosofias de vida... o corte de cabelo com um barbeiro que era fã do nosso projecto... a noitada com o Joel e as miúdas... a ressaca a seguir... e a chuva que nos acompanhou a partir daí.
Estamos em Vila Real, sabe-se lá quantos dias depois, já não fazemos as contas. A apresentação de ontem à noite foi calminha, mas tivemos oportunidade de ouvir uma história de vida que é uma lição de coragem e alegria. O passeio ao longo do Douro foi um dos pontos altos desta viagem. Provavelmente uma das paisagens mais bonitas que ambos vimos, seja em que parte do Mundo for.
Ficam então as fotos de Aveiro, e a vontade de publicar depressa o que ainda falta.
Hoje voltamos à estrada, a próxima paragem é Guimarães, no sábado.
A desmontar o acampamento, algures entre Mira e Aveiro.
Os palheiros da Costa Nova, em Aveiro.
A família Palma: Maria, Pedro, Xana e Marta.
Come-se pouca fruta em casa dos Palma! :)
Com o Filipe, o vencedor do Passatempo Salomon. Vê-se mal, mas as mochilas são aquela mancha preta e encarnada, em baixo do livro.
No auditório da Bertrand de Aveiro, a ver a projecção de fotos preparada pelo Joel. Que pena não termos fotografias dessa noite... ainda levámos a máquina para casa da Rute, onde jantámos, mas a conversa foi tanta que acabámos por nos distrair. Só no dia seguinte, quando nos lembrámos de ir lá buscar a máquina, é que reparámos que não havia nada registado...
De Aveiro apanhámos o comboio para a Pampilhosa, e daí para Nelas. Acampámos numa mata junto à estrada. De manhã, o cenário era este.
A próxima paragem era Viseu. Geograficamente, nem sequer era muito longe. Mas com este frio e com as bikes a dar problemas... parecia tão longe!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
FOTOS ALEX apresenta: (4)
Ruína-chique na Praia de Mira
A assar chouriço na aguardente da Dona Isaura... enquanto esperávamos que o Alexandre acendesse o seu fogareiro XPTO.
Tintol para enganar o frio.
Faz lembrar a casa da Tia Liló... mas esta é ainda mais chique: mesmo em cima da praia!
O nosso cão-de-guarda a comer as sobras do chouriço com aguardente.
A casa era literalmente em cima da praia. Ou seria a praia em cima da casa?
As três tendas muito aconchegadas na única divisão onde era seguro montá-las.
As bikes junto às tendas.
O nosso canito protector trouxe um amigo, de manhã.
Vamos para Aveiro, a família Palma espera-nos!






