quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Portugal no seu melhor

Estas paragens de autocarro, algures no Alentejo e Algarve, são muito especiais!


4 comentários:

Anónimo disse...

muito giro, não têm mais coisas deste género? E o joe, the plummer?? aha

um português indignado disse...

Meus amigos! "Portugal no seu melhor" é o que se vê todos os dias nos telejornais, parece cada vez pior, agora roça o limite do ridículo. É orçamentos atrasados, entregues à pressa qual "trabalho de grupo" de liceu; é o PM a chegar atrasado a reuniões europeias, será que os outros esperaram por ele (alguns amuados, outros preocupados, será que lhe aconteceu alguma coisa?) ou começaram sem ele. E caso assim seja, o que é que o PM perdeu? Como é que fez? Entrou de fininho, a pedir desculpas para passar até ao lugar dele, e depois perguntou a quem estava ao lado, imaginemos a Merkel, o que é que já tinha perdido, ou se já tinham feito a "chamada". Andam estes senhores a brincar, é o que é. Mais alguma pergunta, dispara o senhor para as câmaras com uma arrogância que nem nos tempos do Cavaco. sabe é muito mais de marketing, é o que o salva. Voltem mas é à estrada, que por aqui já se viu que não rende. Eu não sou adepto de grandes aventuras e confesso que critico sempre este espírito nómada que a nova geração tanto gosta, mas admito que da maneira como as coisas andam, mais vale pegarem em mais mil euros e passearem mais um bocadinho. distraem-se e distraem-nos a nós.

uma fã do tenente disse...

Malta Vejam o que eu encontrei! Será k é este o verdadeiro tenente reformado?

Lançou um livro chamsdo
“Coisas da Caserna e Estórias do Zé Birruguinha”

tá tudo nesta notícia
http://www.avbl.com.br/website/imprensa/reportagens/24.htm

beijinhos ao tenente! sou uma grande fã sua!

tenente reformado disse...

Minha querida fã
Fantástica a sua descoberta!
Começo por esclarecer que não sou o tenente reformado que escreveu o livro“Coisas da Caserna e Estórias do Zé Birruguinha”
Ele é brazileiro e eu Português dos quatro costados, mas a verdade é que temos bastante em comum .
É verdade, foi quase a descoberta não direi de uma alma gémea mas de uma alma companheira no outro lado do oceano.
Obrigado e um abraço ( o outro tenente diria um abração)